
Cinco países comunicaram ao Brasil a abertura de seus mercados para novos produtos brasileiros. As autorizações vieram das próprias autoridades sanitárias e fitossanitárias de cada nação.
Antígua e Barbuda liberou a importação de carnes, produtos cárneos e miúdos de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos de origem brasileira.
O Chile autorizou a entrada do extrato de carne de ruminantes para consumo humano.
A Argélia abriu espaço para os grãos secos de destilaria de milho, conhecidos como DDG, produzidos no Brasil.
A China, por sua vez, aceitou miúdos internos, pele e ossos de suínos brasileiros.
E o Paraguai deu sinal verde para a fibra de coco brasileira, utilizada como substrato.
São cinco novos destinos para diferentes segmentos do agronegócio brasileiro, do setor de carnes à produção de milho e ao setor de coco.
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