
Um relatório da Cepal, organismo ligado à ONU, aponta que o El Niño pode provocar uma perda de pelo menos 2% do PIB da América Latina em um período de três anos. O documento destaca que metade desse impacto econômico já deve ser sentido logo no primeiro ano do fenômeno.
Além do prejuízo na economia, o relatório indica que os efeitos do El Niño podem elevar a pobreza na região, atingindo até 4,8 milhões de pessoas adicionais até o fim da década. Entre os setores mais afetados estão energia, pesca, agricultura e algumas infraestruturas, áreas que têm impacto direto na vida da população.
Para tentar reduzir os danos, a Cepal recomenda que os governos da América Latina adotem medidas de proteção. As sugestões incluem a criação de sistemas de alerta precoce, fundos de reserva e seguros capazes de ajudar os países a enfrentar os efeitos do fenômeno climático.
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