
A Receita Federal informou nesta terça-feira, dia 22, que a arrecadação de impostos e contribuições federais acumulada de janeiro a agosto de 2026 chegou a R$ 2,112 trilhões. O número é o maior para esse período desde o ano 2000 e representa crescimento real de 7,12% na comparação com o mesmo intervalo de 2025, já descontando a inflação.
A Receita Previdenciária foi um dos destaques, somando R$ 507,179 bilhões, com alta real de 5,03%. O resultado foi impulsionado pelo crescimento real de 3,47% da massa salarial e de 5,76% na arrecadação do Simples Nacional previdenciário.
O IRPJ e a CSLL juntos totalizaram R$ 411,048 bilhões, com alta real de 6,11%, puxados pelo crescimento de 9,26% no lucro presumido e de 19,43% nas declarações de ajuste. O PIS/Pasep e a Cofins chegaram a R$ 412,776 bilhões, alta real de 4,52%, beneficiados pelo aumento no volume de vendas e serviços.
O IOF registrou o maior crescimento entre as rubricas: R$ 67,159 bilhões, com alta real de 24,11%. O desempenho está ligado ao aumento de alíquotas promovido pelo governo em junho de 2025. O IRRF sobre rendimentos do capital somou R$ 118,121 bilhões, crescimento real de 18,43%, com destaque para aplicações de renda fixa e juros sobre capital próprio.
A Receita Federal também apontou pagamentos atípicos de R$ 20,926 bilhões no período, sendo R$ 11 bilhões referentes a IRPJ e CSLL e R$ 9,926 bilhões ao Imposto de Exportação de petróleo.
Fonte: Jornal de Brasília




